quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Habitação e cidade artificial
O problema da habitação refere-se também à recuperação de cortiços e casas em situação degradante, deslocamento de áreas de risco, urbanização de favelas, e construções ambientalmente corretas. Os programas de crédito e financiamento bancário de casa própria, como o da Caixa Econômica Federal, para famílias de baixa renda devem elaborar-se em função de que estas possam participar com sobra de dinheiro para outros fins, ou seja, desde que as parcelas sejam acessíveis.
A habitação deve ser pensada em referência a outros problemas brasileiros e não isoladamente, o que assegura que a sua possível resolução não seja temporária. Não adianta, por exemplo, construir casas para todos sem dar-lhes emprego. Essa situação ideal implica que os beneficiados tenham condição de sustentá-la. A habitação tem que ser garantida junto com a provisão de infra-estrutura adequada e sustentável, além das demais políticas sociais, como a de saúde.
Escrevo sobre o tema da habitação pensando mais na proposta que tenho para resolver o problema, posto que milhões de brasileiros vivem em construções precárias, sem a infra-estrutura mínima (eletricidade, água, esgoto), em áreas de risco ou ilegais, ao passo que outros nem moradia fixa têm e vivem no nomadismo. É um problema conhecido, evidente e histórico, embora a urbanização o tenha intensificado. Estima-se que o déficit habitacional do Brasil seja de uns sete milhões de moradias.
A resolução do problema, por vezes, exige o deslocamento de famílias de bairros com os quais estavam acostumadas ou a mudança radical de vida, que quatro paredes bem levantadas, e se possível bem pagas, propiciam. Algumas saídas triviais têm sido facilitar o acesso ao crédito para cidadãos de baixa renda, reduzir ou extinguir tributos para casas populares, ou construir conjuntos habitacionais populares de moradias com poucos metros quadrados.
Isto reduz o déficit de sete milhões de moradias. São políticas que contribuem, mas não resolvem. Ainda, proponho a criação de uma cidade artificial a planejada (poderia impulsionar-se com o deslocamento temporário de serviços básicos até que seus moradores conquistem autonomia), com financiamento do governo federal deduzido do repasse aos estados e municípios, a fim de convidar os que não tinham habitação ou moravam em condições precárias para que mudem radicalmente de vida.
Não ignoro o problema de que há muitas famílias que não deixariam seus bairros por nada devido ao vínculo que criaram com o território e a vizinhança. Neste caso, entra a negociação e, talvez, políticas de melhora do local já estabelecido se estiver dentro da legalidade. O investimento inicial da minha proposta é elevado, mas o resultado, prometedor. Emprego e infra-estrutura básica seriam garantidos por planejamento urbano. O resto do trabalho é com os moradores.
Bruno Peron Loureiro é bacharel em Relações Internacionais
visite o portal de Campos do Jordão e veja mais materias http://www.camposdojordao.inf.br
Habitação e cidade artificial
O problema da habitação refere-se também à recuperação de cortiços e casas em situação degradante, deslocamento de áreas de risco, urbanização de favelas, e construções ambientalmente corretas. Os programas de crédito e financiamento bancário de casa própria, como o da Caixa Econômica Federal, para famílias de baixa renda devem elaborar-se em função de que estas possam participar com sobra de dinheiro para outros fins, ou seja, desde que as parcelas sejam acessíveis.
A habitação deve ser pensada em referência a outros problemas brasileiros e não isoladamente, o que assegura que a sua possível resolução não seja temporária. Não adianta, por exemplo, construir casas para todos sem dar-lhes emprego. Essa situação ideal implica que os beneficiados tenham condição de sustentá-la. A habitação tem que ser garantida junto com a provisão de infra-estrutura adequada e sustentável, além das demais políticas sociais, como a de saúde.
Escrevo sobre o tema da habitação pensando mais na proposta que tenho para resolver o problema, posto que milhões de brasileiros vivem em construções precárias, sem a infra-estrutura mínima (eletricidade, água, esgoto), em áreas de risco ou ilegais, ao passo que outros nem moradia fixa têm e vivem no nomadismo. É um problema conhecido, evidente e histórico, embora a urbanização o tenha intensificado. Estima-se que o déficit habitacional do Brasil seja de uns sete milhões de moradias.
A resolução do problema, por vezes, exige o deslocamento de famílias de bairros com os quais estavam acostumadas ou a mudança radical de vida, que quatro paredes bem levantadas, e se possível bem pagas, propiciam. Algumas saídas triviais têm sido facilitar o acesso ao crédito para cidadãos de baixa renda, reduzir ou extinguir tributos para casas populares, ou construir conjuntos habitacionais populares de moradias com poucos metros quadrados.
Isto reduz o déficit de sete milhões de moradias. São políticas que contribuem, mas não resolvem. Ainda, proponho a criação de uma cidade artificial a planejada (poderia impulsionar-se com o deslocamento temporário de serviços básicos até que seus moradores conquistem autonomia), com financiamento do governo federal deduzido do repasse aos estados e municípios, a fim de convidar os que não tinham habitação ou moravam em condições precárias para que mudem radicalmente de vida.
Não ignoro o problema de que há muitas famílias que não deixariam seus bairros por nada devido ao vínculo que criaram com o território e a vizinhança. Neste caso, entra a negociação e, talvez, políticas de melhora do local já estabelecido se estiver dentro da legalidade. O investimento inicial da minha proposta é elevado, mas o resultado, prometedor. Emprego e infra-estrutura básica seriam garantidos por planejamento urbano. O resto do trabalho é com os moradores.
Bruno Peron Loureiro é bacharel em Relações Internacionais
visite o portal de Campos do Jordão e veja mais materias http://www.camposdojordao.inf.br
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Campos do Jordão - o cantinho mais luxuoso
Um lugar muito sofisticado, de bom gosto e com um ar de europa. Esse é o centrinho do Capivari em Campos do Jordão, ótimos restaurantes, hotéis luxuosos bem de frente a maior badalação do estado, aproveite para descansar e se divertir. Visite Campos do Jordão em Qualquer época do Ano, mas em especial em julho, onde além de tudo temos o festival internacional de inverno, musica erudita e orquestra de camara, os maetros mais famosos do mundo e as personalidades do mundo da musica estarão presentes.
Campos do Jordão - São Paulo - Brasil
Campos do Jordão - o cantinho mais luxuoso
Um lugar muito sofisticado, de bom gosto e com um ar de europa. Esse é o centrinho do Capivari em Campos do Jordão, ótimos restaurantes, hotéis luxuosos bem de frente a maior badalação do estado, aproveite para descansar e se divertir. Visite Campos do Jordão em Qualquer época do Ano, mas em especial em julho, onde além de tudo temos o festival internacional de inverno, musica erudita e orquestra de camara, os maetros mais famosos do mundo e as personalidades do mundo da musica estarão presentes.
Campos do Jordão - São Paulo - Brasil
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Natal em Campos do Jordão, pretende receber 350 mil turistas
Jornal Tribuna de Campos do Jordão, Notícias da região
Conheça Campos do Jordão e seus encantos
terça-feira, 22 de julho de 2008
Credicard Citi MasterCard Tennis Cup

Entre os dias 26 de julho e 09 de agosto,começa a 8 edição do torneio de tenis que recheia a pacata cidade de Campos do Jordão com nomes ilustres do tenis mundial, o Torneio distrinui U$ 100 mil em prêmios, o Credicard Citi MasterCard Tennis Cup promove torneios masculino e feminino.
Na edição de 2007 os vencedores foram a brasileira Teliana Pereira e o Argentino Brian Dabul. Entre os nomes que participaram estavam os tenistas Flávio Saretta, Bellucci, Marcelo Melo, André Sá, Bruno Soares, entre outros.
Nesta edição de 2008 o campeão do masculino levará pra casa um cheque de U$ 7,2 mil e marcará 60 pontos no ranking mundial. Já a campeã marca 25 pontos no WTA e fatura U$ 3 mil.
Feminino
O maior torneio feminino internacional de tênis em terras brasileiras tem como atual campeã a pernambucana Teliana Pereira, que volta à serra para defender seu titulo, o primeiro da categoria Challenger, conquistado no Brasil. Participam ainda a bicampeã da competição Maria Fernanda Alves; a argentina Maria José Argeri; e a portuguesa Frederica Piedade.
Masculino
Um dos destaques do torneio será o brasileiro Flávio Saretta. O campeão Pan-Americano volta para o maior evento de tênis do inverno da América do Sul, em Campos do Jordão, onde disputou seu último campeonato antes de se lesionar. Depois de quase um ano parado Saretta tenta voltar às melhores posições do ranking mundial.
Programação da Credicard Citi Mastercard Tennis Cup 2008
26 e 27 jul - jogos do qualifying feminino
28 jul a 01 ago - jogos da chave principal feminina
02 ago - semifinal feminina e início do qualifying masculino
03 ago - final feminina e decisão do qualifying masculino
04 a 07 ago - jogos da chave principal masculina
08 ago - semifinal masculina
09 ago - final masculina
Confira os jogadores inscritos - Chave Principal ATP
Brian Dabul (ARG)
Leonardo Mayer (ARG)
Robert Smeets (AUS)
Aisam Ul-Haq Qureshi (PAQ)
Ricardo Mello (BRA) * campeão em 2002 e 2006
Ricardo Hocevar (BRA)
João Souza (BRA)
Colin Ebelthite (AUS)
Samuel Groth (AUS)
Andre Miele (BRA)
Michael Quintero (COL)
Izak Van der Merwe (RAS)
João Souza (BRA)
Adam Feeney (AUS)
Santiago Gonzalez (MEX)
Andrew Coelho (AUS)
Marcel Felder (URU)
Jonathan Marray (ING)
Amir Weintraub (ISR)
Daniel Silva (BRA)
Roman Borvanov (EUA)
Julio Cesar Campozano (EQU)
Flávio Saretta (BRA) - WC
José Pereira Jr. (BRA) - WC
Confira as jogadoras inscritas - Chave Principal WTA
Renata Voracova (RepTCH)
Katie O'Brien (ING)
Melanie South (ING)
Chanelle Scheepers (AFS)
Soledad Esperon (ARG)
Agnes Szatmari (ROM)
Teliana Pereira (BRA)
Jorgelina Cravero (ARG)
Maria Kondratieva (RUS)
Tina Schiechtl (AUT)
Maria José Argeri (ARG)
Maria Irigoyen (ARG)
Frederica Piedade (POR)
Lauren Albanese (EUA)
Maria Fernanda Alves (BRA)
Maria Abramovic (CRO)
Romana Tedjakusuma (INA)
Agustina Lepore (ARG)
Roxane Vaisemberg (BRA)
Melanie Klaffner ( AUT)
LOCAL
Tênis Clube de Turismo,
Rua Dr. Paulo Ribas, 76, em Vila Capivari.
ENTRADA GRATUITA
VEJA O PORTAL DE CAMPOS DO JORDÃO PARA MAIORES INFORMAÇÕES WWW.CAMPOSDOJORDAO.INF.BR
